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Goiás é o 3º estado com maior número de apreensões de cigarros contrabandeados neste ano, diz PRF

Por Marcelo Justo 23 Maio 2019 Publicado em Polícia
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Pátio da Receita Federa Pátio da Receita Federa Reprodução/Tv Anhanguera

O número de apreensões cargas de cigarros contrabandeados em Goiás cresceu, neste ano, quase 400%.


Este dado, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), colocou o estado em terceiro lugar no ranking deste quesito, atrás apenas de Paraná e Mato Grosso do Sul.


Por conta disso, o pátio da Receita Federal, em Senador Canedo, Região Metropolitana de Goiânia, está lotado com 80 veículos à espera de um destino.


"Goiás passa a ser uma rota aí preocupante, mas que as policias e a receita estão atentas. Já são cargas que seguem pro norte e nordeste do país", explica Newton Morais, assessor de comunicação da PRF em Goiás.


No primeiro quadrimestre deste ano, segundo a PRF, quase cinco milhões de maços foram interceptados somente nas rodovias federais que passam por Goiás.


A corporação já encontrou a mercadoria em caminhões de verduras, escondido em meio a grãos de soja ou em um compartimento secreto de um caminhão-tanque que levava óleo vegetal.


Ao menos metade dos caminhões apreendidos foi roubada e teve a numeração raspada ou as placas trocadas, o que dificulta a identificação dos verdadeiros donos. Algumas carretas chegam a custar até R$ 800 mil.


Quando o veículo é proveniente de furto e o dono é identificado, ele é entregue, via trâmite judicial.


“Se nós chegamos à conclusão de que é um veículo proveniente de furto, de roubo, o veículo é encaminhado à autoridade judiciária para que ele seja entregue ao dono legítimo através do processo legal”, explica o auditor da Receita Paulo Koenow.


Porém, se ficar comprovado que o proprietário tem participação em crime ou não foi encontrado, o veículo pode ser leiloado ou virar sucata.


No ano passado, mais de 270 milhões de maços foram apreendidos em todo o país.


A Receita Federal estima um prejuízo de mais de R$ 2 bilhões somente em impostos que deixaram de ser arrecadados.


"A gente não tem que enxergar isso só como um contrabando, tem outros crimes conexos. [Os impostos] poderiam ser aplicados em saúde, em segurança, em educação e outras finalidades", afirma o auditor fiscal da Receita, Guilherme Renovato.


Fonte: G1 Goiás (com adaptações)

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