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Sindicato paulista cogita pedir paralisação do Brasileiro

Por Antônio Filho 13 Agosto 2020 Publicado em Esportes
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Reprodução Reprodução Reprodução/ Mais Goias


O Sindicato de Atletas de São Paulo (Sapesp) enviou um ofício à CBF pedindo mudanças nos protocolos sanitários adotados para o Campeonato Brasileiro, em meio à pandemia do novo coronavírus.


A entidade, que divulgou o comunicado nesta quarta-feira (12/08), cogita até entrar com uma ação judicial para interromper a competição, se necessário.


À Agência Brasil, a CBF disse que, no momento, não se pronunciará.


“O formato da CBF precisa de ajustes. A gente não pode permitir a continuidade da competição em detrimento às vidas, que estão sendo expostas. Ratificando que a gente quer as competições realizadas, sabemos que a questão financeira é importante a clubes e atletas, mas, se perdermos uma vida, não terá dinheiro que pague”, afirma o presidente do sindicato, Rinaldo Martorelli, à Agência Brasil. “Não descartamos a possibilidade de, em um momento extremo, entrar com ação para preservar a vida dos jogadores e dos clubes do estado que representamos”, completa.


No documento, enviado à CBF na terça (11/08), o sindicato apresenta reportagens diferentes para ilustrar a suposta fragilidade do protocolo da entidade, citando os três jogos adiados nas principais divisões nacionais, apenas na primeira rodada. “Sem desmerecer todos os esforços anteriores para a elaboração dos procedimentos e definidos em forma de protocolo final e, com o respeito que a situação exige, para os próximos ajustes, há de se considerar novos e outros elementos”, resume o ofício.


Como sugestões, o sindicato menciona a estratégia do Campeonato Alemão, que “teve três sessões de testes na semana antes da reestreia e obrigava um isolamento das delegações por até sete dias antes de cada partida”, e a bolha adotada pela NBA, liga norte-americana de basquete, isolando os atletas na Disney. “Evidente que qualquer dos dois parâmetros, para ser adotado, deve considerar as modificações inerentes às condições nacionais, porém, sem desconsiderar a essência que traga segurança na preservação da saúde e vida de todos os envolvidos”, diz o documento.


Fonte: Mais Goias

 

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