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Após arroz, governo monitora alta em materiais de construção

Por Antônio Filho 11 Setembro 2020 Publicado em Economia
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Bolsonaro e Guedes Bolsonaro e Guedes Reprodução/ Mais Goias

Após zerar o imposto de importação do arroz para ajudar a reduzir a pressão inflacionária, o governo avalia agora medidas voltadas aos materiais de construção, caso os preços não voltem a patamares considerados razoáveis até o final deste ano.


Desde o fundo do poço da pandemia em maio, os insumos da construção registraram altas enquanto o setor esboça uma retomada.


Em agosto, o tijolo subiu 9,32% depois de uma alta de 4,13%, em julho.


Com o cimento, os preços se elevaram 5,42% no mês passado ante 4,04%, em julho.


A SPE (Secretaria de Política Econômica), do Ministério da Economia, está monitorando o sobe e desce de preços com atenção.


Para o órgão, a alta ocorre no momento em que diversos setores, principalmente a construção civil, dão sinais de uma recuperação em “V”.


Depois de móveis e eletrodomésticos, as vendas de materiais de construção foram as que registraram maior crescimento, 22,7% em relação a agosto do ano passado, segundo pesquisa de comércio do IBGE.


Entre julho e agosto deste ano, a inflação da construção civil divulgada pelo Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), saltou de 3,33% para 3,78%.


Pesquisa recente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) com 462 empresas de 25 estados aponta que 95% delas verificaram aumento no preço do cimento e 90%, no de cabos elétricos.


No caso do concreto, 81% perceberam alta de preço durante a pandemia. E em bloco cerâmico, 75%.


Fonte: Mais Goias

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