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Deficiência de vitamina D pode aumentar risco de contrair Covid-19

Por Antônio Filho 17 Setembro 2020 Publicado em Saúde
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Reprodução Reprodução Reprodução/Maisgoias

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Medicina de Chicago, nos EUA, concluiu que a deficiência nos níveis de vitamina D pode aumentar o risco de contrair a Covid-19.


No trabalho, 489 pacientes tiveram seus níveis da substância analisados, em testes realizados até um ano antes de realizarem o exame para detectar o novo coronavírus.


O estudo foi publicado na revista científica JAMA Network Open, no início do mês.


Os pesquisadores descobriram que pacientes com deficiência de vitamina D que não receberam tratamento tiveram quase duas vezes mais chance de testar positivo para a Covid-19 em comparação com pacientes que tinham níveis suficientes da vitamina.


A vitamina D é importante para a função do sistema imunológico e os suplementos de vitamina D já se mostraram capazes de reduzir o risco de infecções virais do trato respiratório.


Nossa análise estatística sugere que isso pode ser verdade para a infecção de Covid-19.


Entender se o tratamento da deficiência de vitamina D altera o risco de (contrair) a doença pode ser de grande importância — disse David Meltzer, Chefe de Medicina Hospitalar da Universidade de Chicago e autor principal do estudo, em entrevista ao portal da instituição.


Para comprovar seus achados, Meltzer e sua equipe afirmaram que é necessário realizar estudos experimentais para indicar se a suplementação de vitamina D pode reduzir o risco e a gravidade da Covid-19.


Um artigo escrito por membros da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) vai no mesmo caminho.


No documento, os pesquisadores afirmam que a deficiência de vitamina D pode aumentar o risco de doenças agudas e infecções respiratórias, além de prejudicar a eficiência de trocas gasosas no pulmão.


Apesar do nome, a vitamina D não é um nutriente e sim uma substância semelhante a um hormônio esteroide, que tem uma ação importante dentro do núcleo das células, tanto as da pele como de todo o nosso organismo, inclusive no sistema respiratório — explica o endocrinologista Luis Augusto Tavares Russo, membro da SBEM e diretor-médico do Instituto Brasil de Pesquisa Clínica (IBPCLIN).


Fonte: Mais Goias

 

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